domingo, 1 de abril de 2012

Conheça a história da civilização romana

Saiba mais sobre a fascinante história da civilização romana



Desafio de História

A Civilização Romana

1. (Puc-pr) "Sob os teus olhos, Eneas dirigirá rude guerra, aniquilará tribos ferozes; dará aos seus guerreiros muralhas e leis. Depois dele, seu filho Ascânio (que se chamará também Júlio) deixará Lavínio para estabelecer o seu trono no rochedo de Alba, que ele cercará de sólidas muralhas. A sacerdotisa, de família real, cara a Marte, terá dois filhos gêmeos".

O texto de Virgílio trata da fundação mítica de:

a) Roma.

b) Esparta.

c) Atenas.

d) Constantinopla.

e) Cartago.

Resposta da questão 1:[A]

2. (UFpel) O esquema representa a organização sócio-política do(a)



a) império persa.

b) monarquia espartana.

c) império egípcio.

d) monarquia ateniense.

e) monarquia romana.

Resposta da questão 2:[E]

3. (Uece) A história política da Roma antiga é dividida em três etapas: a Monarquia, a República e o Império. Sobre a participação dos plebeus no Regime Republicano, é correto afirmar:

a) a instalação da República foi um ato revolucionário dos plebeus, que afastaram os patrícios do poder, criando a Assembléia Popular.

b) a criação da Assembléia da Plebe resultou da resistência dos plebeus contra o controle do poder político republicano nas mãos dos patrícios.

c) o envolvimento da plebe na "res publica" (coisa pública) romana rompeu com a estrutura social, afastando os patrícios do poder.

d) o controle do poder pelos plebeus, criando leis populares, justificou o apoio dos patrícios à instalação do Império de Júlio César.

Resposta da questão 3:[B]

4. (Puccamp) As guerras de conquista e a expansão do território provocaram grandes transformações sociais e econômicas na Roma Antiga. Essas transformações despertaram lutas sociais e políticas intensas principalmente entre os patrícios e os plebeus. Durante a República Romana, os irmãos Tibério e Caio Graco visaram a atenuar esses conflitos através

a) do estabelecimento de mecanismos para a derrubada da República e a instauração do Império Romano.

b) da revogação dos direitos sociais e políticos adquiridos pelos plebeus antes da proclamação da República.

c) da aprovação de uma lei agrária que limitava a extensão dos latifúndios e autorizava a distribuição de terras para desempregados.

d) da adoção do trabalho escravo dos prisioneiros de guerra e da criação do salário desemprego para os plebeus.

e) do estabelecimento de um processo gradativo de libertação dos escravos e da diminuição dos impostos.

Resposta da questão 4:[C]

5. (Puc-rs) Responder à questão com base nas afirmativas abaixo, sobre o início da República Romana.

I. As principais classes sociais eram compostas pelos patrícios (grandes proprietários rurais descendentes das primeiras famílias que habitaram Roma), plebeus (geralmente pequenos agricultores, artesãos e comerciantes), clientes e escravos.

II. As instituições políticas da República eram o Consulado, o Senado, os Comícios e as Magistraturas, sendo seus membros escolhidos por eleição.

III. Por meio de uma série de guerras, Roma expandiu sua dominação sobre o Mar Mediterrâneo, pois a Península Itálica já havia sido conquistada pelos romanos sob a Monarquia.

IV. Os conflitos entre patrícios e plebeus geraram, gradativamente, conquistas políticas e sociais para estes últimos, como a elaboração de uma legislação escrita (12 Tábuas) e a instituição de um Tribuno da Plebe.

Pela análise das afirmativas, conclui-se que somente estão corretas

a) I e II

b) I, II e IV

c) I e III

d) II, III e IV

e) III e IV

resposta da questão 5 :[B]

6. (UFPR 2011) O cristianismo católico tornou-se religião oficial do Império Romano no ano de 380 d.C., data da edição do famoso édito de Tessalônica, outorgado pelo Imperador Teodósio. Desde a sua criação até este momento, a caminhada foi dura e difícil para os seguidores de Cristo. Exemplo disso foram as perseguições movidas por alguns imperadores romanos, eternizadas pelos relatos fantásticos e emotivos de vários escritores e historiadores cristãos.

Podemos apontar como principais causas dessas perseguições:

a) O ódio e a intolerância tanto das autoridades como da população pagã do mundo romano, que viam na figura de Cristo e na comunidade cristã uma ameaça ao poder do Imperador.

b) A constante penetração de elementos cristãos tanto nas filas do exército imperial romano como em cargos administrativos de elevada importância, que poderiam servir de “mau exemplo” tanto em termos políticos como ideológicos.

c) Aspectos de índole moral, na medida em que os cristãos eram acusados pelos pagãos de realizarem orgias e assassinatos de crianças em seus rituais.

d) A associação entre os cristãos e os inimigos bárbaros que punha em risco a estabilidade política e religiosa interna do mundo imperial romano.

e) A necessidade de oferecer à população de Roma “pão e circo”, com os cristãos sendo

sacrificados na arena do Coliseu para minimizar a ameaça de revoltas populares contra as autoridades imperiais.

Resposta da questão 6:[D]

As autoridades romanas – e não a população – viam os cristãos e o cristianismo como uma ameaça, não apenas porque eram elementos de províncias dominadas, mas porque defendiam uma concepção de mundo universalista, que se opunha a superioridade romana em relação a outros povos; ao mesmo tempo, a crença em um Deus único, celeste, sem forma, chocava-se com o caráter divino dado ao Imperador, questionando indiretamente seu poder.

7. (CPS 2011) Os combates de gladiadores surgiram no sul da Itália, chegaram a Roma no meio século III a.C. e foram oficializados pelo Senado, em 105 a.C. Inicialmente realizados durante as cerimônias fúnebres, pouco a pouco eles foram perdendo seu caráter sagrado e se transformaram em manifestações laicas, no início da era cristã. Apesar de escravos, os gladiadores eram esportistas de alto nível, pois cabia aos promotores das lutas oferecerem um espetáculo de qualidade. Esses combates representavam, para os gladiadores, cair nas graças da multidão, fato que os levava à fama.

Para conquistar o reconhecimento do povo, cidadãos importantes, desde líderes locais até o próprio imperador, ofereciam esses espetáculos ao público.

O governo de Otávio Augusto (30 a.C.- 14 d.C.), visando aumentar a popularidade e diminuir as revoltas dos pobres da cidade de Roma, ampliou a “política do pão e circo”.

(Revista História Viva, ano V, nº 56. Adaptado)

Sobre esse momento da história romana, é válido afirmar que

a) esses espetáculos públicos tinham um caráter puramente religioso e evitavam as revoltas sociais,

pois os romanos temiam a ira de seus deuses.

b) a “política do pão e circo”, no fim da era cristã, manteve o caráter sagrado dos combates de gladiadores, pois muitos desses participantes ofereciam sua vida ao deus cristão.

c) a política do “pão e circo”, ampliada por Otávio Augusto, pôs fim às desigualdades sociais entre patrícios e plebeus.

d) os combates entre gladiadores, promovidos nos estádios, serviam para diminuir a insatisfação popular contra os governantes.

e) as lutas de gladiadores surgiram no sul da Itália para pôr fim a revoltas sociais ocorridas no governo de Otávio Augusto, no século III a.C.

Resposta da questão 7:[D]

Segundo o texto, a origem das lutas esteve ligada à expressão religiosa, porém, com o passar do tempo, adquiriu nova conotação. Partindo da data apresentada no texto, 105 a.C., percebese que a mudança ocorreu numa época de crise do governo republicano, chegando a época do Império como forma de promover a alienação da plebe, em número cada vez maior de marginalizados pela expansão do escravismo.

8. (UFSM 2011) "Os romanos costumavam vender uma parte das terras conquistadas, anexar outras e arrendá-las aos cidadãos que nada possuíssem, mediante um ligeiro censo (renda anual) ao tesouro público. Os ricos, porém, tinham conseguido apoderar-se dessas terras; eis por que foi feita uma lei que proibia a todos os cidadãos ter mais de 125 hectares. Mas os ricos conseguiram a obtenção de terras sob nomes de empréstimos; por fim, tomaram-nas abertamente em seu nome, então os pobres, espoliados da sua posse, trataram de evitar o serviço militar e a criação de filhos. Assim, a Itália seria em breve despovoada de habitantes livres e cheia de escravos bárbaros que os ricos empregavam na cultura das terras, para substituir os cidadãos que haviam expulsado delas."

PLUTARCO. Vida de Tibério e de Caio Graco. In: ARRUDA & PILETTI. Toda a História - vol. 1. São Paulo: Ática, 2008. p.76.

O texto aponta as modificações na estrutura fundiária da Itália, no século II a.C. Sobre essas transformações, é incorreto afirmar:

a) A substituição dos camponeses por escravos, nas terras da península itálica, está relacionada com a expansão militar romana e com o aumento da oferta de escravos.

b) O Senado romano, dominado pelo patriciado, barrou a formação de latifúndios com mão de obra escrava, pois entendeu que essa mudança alterava a base social da sociedade.

c) O Senado romano, controlado por grandes proprietários de terra, viu de forma favorável a formação do latifúndio escravista e o desmantelamento das unidades de produção camponesa.

d) A vitória militar sobre Cartago e a expansão territorial pelas terras banhadas pelo Mediterrâneo favoreceram o aumento da oferta de mão de obra escrava no mercado romano.

e) A expansão político-militar da República romana pelo Mediterrâneo teve implicações no sistema socioeconômico e transformou as relações da sociedade com o meio ambiente da península itálica.

Resposta da questão 8:[B]

O texto descreve o processo de concentração fundiária em Roma, destacando primeiro a utilização de subterfúgios por parte da elite patrícia que, posteriormente, ampliou suas propriedades abertamente, utilizando a mão de obra escrava. O sistema escravista foi predominante em Roma a partir das conquistas e um de seus efeitos foi promover a marginalização da plebe.

9. (UFRS 2011) Durante a República Romana, a escravidão aumentou consideravelmente sua importância na sociedade e na economia, contribuindo para a crescente dependência da República Romana em relação à mão de obra escrava.

A dependência da mão de obra escrava na República Romana devia-se

a) à expansão das grandes propriedades e ao aniquilamento da pequena propriedade rural.

b) às guerras de conquista empreendidas por Roma, as quais contribuíram decisivamente para predomínio dessa relação de trabalho.

c) à inexistência de mão de obra livre e ao desinteresse da população pelos trabalhos manuais.

d) aos conflitos entre patrícios e plebeus na luta pela terra.

e) à necessidade de ampliação da oferta de mão de obra para o desenvolvimento do artesanato.

Resposta da questão 9:[B]

Durante o período republicano (509 – 27 a.C.) os romanos empreenderam diversas guerras, conquistaram vastas regiões e subjugaram muitos povos, sendo que parcela significativa desses povos foi submetido à escravidão. Milhares de escravos foram enviados à Roma e às regiões próximas e trabalharam nas mais diversas atividades, destacando-se a agricultura nas propriedades da elite patrícia. O desenvolvimento do escravismo determinou a retração do trabalho livre e a marginalização da maior parte dos plebeus.

10. (Fuvest) Assinale a alternativa em que NÃO aparece representada uma das características do Império Romano durante a Antiguidade Clássica:

a) Pax Romana.

b) Surgimento do Colonato.

c) Difusão e triunfo do cristianismo.

d) Apogeu do Triunvirato.

Resposta da questão 10:[D]

Na história de Roma existiram dois triunviratos: O primeiro triunvirato (59 a.C. – 53 a.C.) formado por Júlio César, Pompeu e Crasso e o segundo triunvirato (43 a.C. – 33 a.C.), Octávio, Marco Antônio e Lépido.

Ambos contextualizam-se ao período da crise da República, antecedendo, portanto ao período imperial

12. (Unicamp) Os impérios desenvolveram diferentes estratégias de inclusão. O império romano permitia a multiplicidade de crenças, desde que a lealdade política estivesse assegurada. Espanha e Portugal, entretanto, apesar de terem incorporado povos de línguas e culturas diversas sob seus governos, impuseram uma uniformidade legal e religiosa, praticando políticas de intolerância religiosa como caminho preferencial para assegurar a submissão e a lealdade de seus súditos.

(Adaptado de Stuart B. Schwartz, Impérios intolerantes: unidade religiosa e perigo da tolerância nos impérios ibéricos da época moderna, em R. Vainfas & Rodrigo B. Monteiro (orgs.), Império de várias faces. São Paulo: Alameda, 2009, p. 26.)

a) A partir do texto, diferencie o império Romano dos impérios ibéricos modernos.

b) Quais as políticas praticadas pelas monarquias ibéricas na Era Moderna que caracterizam a intolerância religiosa?

Resposta da questão 12:

a) O império romano, formado durante o período republicano, na antiguidade, promoveu um processo de expansão gradual e, desde o inicio utilizou uma política de estabelecer alianças que com outros povos ao mesmo tempo em que se utilizou da força bélica contra outros. Com uma política de tolerância religiosa e de costumes procurou enfraquecer os movimentos de resistência que surgiram em todas as áreas onde houve dominação.

b) Espanha e Portugal adotaram uma política de intolerância religiosa, efeito da Contra Reforma, que se abateu principalmente sobre judeus e muçulmanos e ainda se preocuparam em impor sua cultura e religião aos povos americanos dominados. A prática da catequese promovida pelos jesuítas foi o melhor exemplo de intolerância religiosa, pois a catequese, apesar de não basear-se na violência física, representou uma violência cultural e contou com apoio direto das coroas.

13. (Mackenzie 2010) A crise do Império Romano ganhou visibilidade a partir do século III.

Assinale a alternativa correta a respeito dos aspectos característicos dessa crise.

a) O excedente de mão de obra escrava, que pesava sobre os custos de produção, não era acompanhado pelo aumento da produtividade.

b) O elevado custo de manutenção da máquina burocrática e do exército, que asfixiava as finanças do Império.

c) O enfraquecimento do Cristianismo, diante da incompatibilidade entre as suas ideias e as necessidades do povo romano.

d) O choque entre patrícios e plebeus, estes últimos exigindo cidadania e representação política.

e) A ocorrência das Guerras Púnicas, que fragilizaram as fronteiras e permitiram invasões bárbaras e exauriram os cofres públicos.

Resposta da questão 13:[B]

Os argumentos apontados na alternativa correta, juntamente com a escassez de mão de obra escrava, a propagação do cristianismo e as invasões bárbaras, são apontados como as causas da crise do Império Romano iniciada no século III.

14. (Fuvest 2010) Cesarismo/cesarista são termos utilizados para caracterizar governantes atuais que, à maneira de Júlio César (de onde o nome), na antiga Roma, exercem um poder

a) teocrático.

b) democrático.

c) aristocrático.

d) burocrático.

e) autocrático.

Resposta da questão 14:[E]

Cesarismo, termo derivado de Júlio César, é um conceito utilizado por diversos autores para definir um sistema de governo centrado na autoridade suprema de um governante ao qual são atribuídos traços heróicos, apresentando elementos de culto da personalidade. São considerados expoentes clássicos: Júlio César, Oliver Cromwell e Napoleão Bonaparte, entre outros. O cesarismo também se caracteriza pela adoção de soluções militares para os problemas políticos, recorrendo à guerra ou à imposição da vontade sobre os adversários. Dai, o caráter autocrático.

15. (Fatec 2009) As civilizações da antiguidade clássica - Grécia e Roma - desenvolveram uma estrutura socioeconômica alicerçada no escravismo. Sobre essa temática, pode-se afirmar que:

I. a escravidão foi indispensável para a manutenção do ideal democrático em Atenas, uma vez que os cidadãos ficavam desincumbidos dos trabalhos manuais e das tarefas ligadas à sobrevivência.

II. a escravidão foi abolida em Atenas quando Péricles estabeleceu o direito político a todos os cidadãos, reconhecendo, dessa forma, a igualdade jurídica e social da população da Grécia.

III. os escravos romanos, por terem pequenas propriedades e direitos políticos, conviveram pacificamente com os cidadãos romanos, como forma de evitar conflitos e a perda de direitos.

IV. os escravos romanos, que se multiplicavam com o expansionismo de Roma, estavam submetidos à autoridade de seu senhor, e sua condição obedecia mais ao direito privado do que ao direito público.

É correto apenas o que se apresenta em:

a) I e II.

b) I e IV.

c) II e III.

d) II e IV.

e) III e IV.

Resposta da questão 15:[B]

16. (Puc-pr) O pão faz parte da alimentação básica de vários povos ao longo da história. Os habitantes da Roma Antiga comiam, sobretudo, pão feito de trigo. Preocupado com as populações mais pobres de Roma, o legislador Caio Graco conseguiu a aprovação de uma lei que venderia o trigo mais barato para o povo pobre das regiões urbanas.

Essa lei ficou conhecida como:

a) Lei Canuleia.

b) Lei Agrária.

c) Lei Frumentária.

d) Lei do Colonato.

e) Lei Calpúrnia.

Resposta da questão 16:[C]

17. (Uel) "Lucius Aurelius, liberto de Lucius César, Nicomedes, chamado Ceionius e Aelius; foi criado de quarto de Lucius César e preceptor do divino Verus imperador; foi distinguido pelo divino Antonino com o cavalo público e com o sacerdócio de Caenina, bem como com o pontificado menor; foi feito por este mesmo imperador procurador da pavimentação das ruas e prefeito dos veículos; foi encarregado pelo imperador Antonio Augusto e pelo divino Verus do abastecimento do exército e ganhou uma lança pura, um estandarte e uma coroa mural; procurador das contas municipais; está enterrado aqui com sua mulher Ceionia Laena".

(Inscrição Funerária. Roma. Século II d. C. In: CARDOSO, C. F. "Trabalho compulsório na Antiguidade". Rio de Janeiro: Graal, 1984. p.138.)

É correto afirmar que o texto:

a) Representa o quotidiano de um aristocrata rural empobrecido e que se tornou funcionário público para sobreviver, indicando uma mobilidade social descendente, o que comprova a seletividade das castas militares na Roma Antiga.

b) Descreve as funções públicas que um homem livre pobre exerceu ao longo de sua vida, evidenciando que este se tornou rico e poderoso, o que comprova a dissolução das antigas castas da sociedade imperial.

c) Trata-se de um ex-escravo que deixou registrado em seu epitáfio o processo de ascensão econômica e política pelo qual passou ao longo de sua vida, o que comprova a existência de um processo de mobilidade social na Roma imperial.

d) Descreve o quotidiano de um nobre pertencente à aristocracia, cujas atividades durante a República eram a guerra e o comércio o que comprova a impermeabilidade dessa casta aos novos ricos vinculado às atividades agrícolas.

e) Representa o dia a dia de um homem pobre que, ao longo de sua vida, trabalhou como funcionário público, o que comprova a eficácia da mobilidade social na Roma republicana.

Resposta da questão 17:[C]

18. (Unifesp) (...) não era a falta de mecanização [na Grécia e em Roma] que tornava indispensável o recurso à escravidão; ocorrera exatamente o contrário: a presença maciça da escravidão determinou a "estagnação tecnológica" greco-romana.

(Aldo Schiavone. "Uma história rompida: Roma antiga e ocidente moderno". São Paulo:

Edusp, 2005.)

A escravidão na Grécia e na Roma antigas:

a) Baseava-se em características raciais dos trabalhadores.

b) Expandia-se nos períodos de conquistas e domínio de outros povos.

c) Dependia da tolerância e da passividade dos escravos.

d) Foi abolida nas cidades democráticas.

e) Restringia-se às atividades domésticas e urbanas.

Resposta da questão 18:[B]

19. (Puc-pr) "Os animais da Itália possuem cada um sua toca, seu abrigo, seu refúgio. No entanto, os

homens que combatem e morrem pela Itália, estão à mercê do ar e da luz e nada mais: sem lar, sem casa, erram com suas mulheres e crianças". Estas são palavras de Tibério Graco, político romano do século II a.C.

Nesse contexto da história de Roma, podemos afirmar que:

a) Roma encontrava-se num período de paz e prosperidade resultado da política da "Paz Romana" promovida pelo regime imperial.

b) Resultado das expansões territoriais, Roma tornou-se superpopulosa, apesar de rica

acentuaram-se as diferenças sociais, de um lado uma aristocracia privilegiada que vivia em meio a festas e mordomias e por outro a maior parte da população vivia na mais absoluta miséria.

c) Esse é um período que coincide com a tentativa de estabelecimento de um regime democrático em Roma, por modelo e influência da política ateniense de Péricles.

d) Nessa época Roma enfrentava as dificuldades das Guerras Médicas em que disputava o território cartaginês com os persas.

e) Nesse período a sociedade romana vivia uma situação de decadência da autoridade central e declínio das atividades comerciais, resultado principalmente da disseminação do cristianismo.

Resposta da questão 19:[B]

20. (UFPE) O crescimento do Império Romano contribuiu para aumentar suas dificuldades administrativas. O Direito teve uma importância fundamental na superação dessas dificuldades.

Na história do Ocidente, o Direito Romano:

a) foi superado pelos ensinamentos trazidos pelos mestres bizantinos da Idade Média.

b) mantém um lugar de destaque nos estudos das normas sociais existentes na Antiguidade.

c) teve uma importância ilimitada ao mundo europeu medieval, sendo esquecido pelos modernos.

d) conseguiu firmar-se no mundo europeu, mas manteve-se desconhecidos nas culturas orientais.

e) está superado no mundo atual, não merecendo atenção dos estudos jurídicos contemporâneos.

Resposta da questão 20:[B]

21. (FGV) Leia as afirmativas sobre a República Romana (509-27 a.C.).

I. Nos primeiros tempos da República, a sociedade era composta por apenas dois setores: os patrícios e os escravos.

II. Os escravos, pouco numerosos no início da República, cresceram numericamente com as guerras de conquista.

III. Entre as funções públicas em Roma, havia os cônsules, os pretores e os tribunos da plebe.

IV. Em 494 a.C., plebeus rebelados se retiram para o Monte Sagrado, ameaçando fundar outra cidade se não tivessem, entre outras reivindicações, o direito de eleger seus próprios magistrados.

V. Com o expansionismo romano e as suas conquistas territoriais, houve um grupo especialmente beneficiado: os plebeus, que passaram a vender trigo para os povos dominados.

São corretas as afirmativas

a) I, II e III, apenas.

b) II, III e IV, apenas.

c) II, III, IV e V, apenas.

d) III, IV e V, apenas.

e) I, II, III, IV, V

Resposta da questão 21:[B]

22. (UFPI) Sobre a queda do Império Romano do Ocidente no ano de 476 d.C. podemos afirmar que:

a) Ocorreu, após os conflitos entre Roma e os cartagineses, o que enfraqueceu as bases

econômicas do Império.

b) Teve, no fortalecimento do cristianismo, a única motivação explícita.

c) Foi provocada pela conjugação de uma série de fatores, destacando-se a ascensão do

cristianismo, as invasões bárbaras, a anarquia nas organizações militares e a crise do

sistema escravista.

d) Teve, na superioridade dos povos bárbaros, a única explicação possível.

e) Teve, em Carlos Magno, Imperador dos francos, a principal liderança político-militar a comandar os povos bárbaros na queda de Roma.

Resposta da questão 22:[C]

23. (Uepg) O escravismo antigo foi uma invenção do mundo greco-romano que forneceu a base última tanto das suas realizações como do seu eclipse. Sobre esse sistema, assinale o que for correto.

01) Nas duas grandes épocas clássicas da Antiguidade, a Grécia dos séculos V e IV a.C. e Roma do século II a.C. ao II d.C., a escravatura foi massiva.

02) A liberdade e a escravatura helênicas eram indivisíveis: cada uma delas era condição estrutural da outra.

04) As cidades-Estado gregas tornaram a escravatura pela primeira vez absoluta na forma e dominante na extensão, transformando- a de recurso subsidiário em modo de produção sistemático.

08) Instituição solidamente enraizada nas sociedades antigas, não foi proposta sua abolição: mesmo nas grandes rebeliões de escravos, os revoltosos em geral almejavam a liberdade individual e não a supressão do sistema.

16) A manumissão, concessão de liberdade ao escravo, foi uma prática generalizada na Roma escravista.

Resposta da questão 23:

1 + 2 + 4 + 8 = 15

24. (UFPA) Os costumes e leis romanas abriam possibilidades para que, em certos casos, o liberto se tornasse cidadão, ao contrário do que acontecia na Grécia pré-romana. Nesse sentido, é correto afirmar que na sociedade romana

a) os escravos teriam o direito de adquirir a alforria de modo incondicional, embora os seus descendentes libertos não gozassem desse privilégio por serem considerados cidadãos de segunda ordem.

b) o pecúlio era uma propriedade exclusiva do liberto e do escravo, de modo que este poderia concedê-lo a um filho, à esposa ou então a um outro escravo que não tivesse direito legal da propriedade.

c) as fontes históricas provam que a escravidão romana era a mais humanitária do mundo antigo, tanto que os libertos, sem exceção, exerciam altas funções políticas, podendo ocupar uma função religiosa.

d) a concentração de libertos era uma das mais altas, o que evitou diversas formas de

resistência servil e de revoltas escravas, como a de Spartacus, que abalou a democracia ateniense.

e) Embora o liberto não pudesse, em princípio, aspirar a cargos oficiais e ingressar em ordens privilegiadas, como as senatorial e equestre, os seus descendentes poderiam ter essa prerrogativa.

Resposta da questão 24:[E]

25. (Pucrs) A Lei das Doze Tábuas, código de normas escritas fundamental na história de Roma, teve sua criação condicionada pelo contexto sociopolítico:

a) das revoltas dos escravos, no período monárquico.

b) da vitória jurídica da Aristocracia contra a Realeza.

c) das lutas entre Patrícios e Plebeus, durante a República.

d) das invasões dos povos bárbaros, no princípio do Alto Império.

e) da institucionalização do colonato, devido à crise do sistema escravista.

Resposta da questão 25:[C]


6 comentários: