segunda-feira, 5 de março de 2012

Confira a correção das avaliações de História - Segunda chamada do primeiro bimestre

Confira a correção das avaliações do História
(2ª chamada) do Primeiro bimestre 2012 do Colégio Notre Dame de Lourdes
PRIMEIRA SÉRIE

Atenção: As questões de números 01 a 02 referem-se aos versos que seguem.

Erro de português

Quando o português chegou

Debaixo duma bruta chuva

Vestiu o índio

Que pena!

Fosse uma manhã de sol

O índio tinha despido

O português

(Oswald de Andrade. Poesias reunidas. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972)

01. Os versos descrevem um momento histórico ligado à:

a) Expansão Marítima Europeia.

b) Revolução Industrial Inglesa.

c) Crise do Antigo Regime.

d) Guerra dos Cem Anos.

e) Partilha Afro-Asiática.

Resposta: [A]

2. Sobre o contexto histórico em que se insere o fenômeno que os versos identificam é correto afirmar que

a) a descoberta de metais preciosos favoreceu o estabelecimento das primeiras relações econômicas entre portugueses e indígenas.

b) a agressividade demonstrada pelos nativos despertou o interesse metropolitano pela ocupação efetiva das novas terras.

c) a conquista da América pelos portugueses contribuiu para o crescimento demográfico da população indígena no Brasil.

d) no chamado período pré-colonial, o plantio e a exploração do pau-brasil incentivaram o tráfico africano.

e) apesar de ter tomado posse da terra em nome do rei de Portugal, o interesse da monarquia estava voltado para o Oriente.

Resposta: [E]

3. “Dos 12 donatários, quatro jamais estiveram no Brasil. Dos oito que vieram, três morreram em circunstâncias dramáticas; um outro (Pero de Campos Tourinho) foi acusado de heresia, preso e enviado para tribunais de inquisição em Portugal; três pouco se interessaram por suas propriedades e apenas Duarte Coelho – que foi o primeiro navegador europeu a chegar na Tailândia – realizou uma administração brilhante, em Pernambuco.”

(Bueno, Eduardo, Brasil: Uma História – A incrível saga de um país, São Paulo: Editora Ática, p.42)

Com base no texto, é possível afirmar que o sistema de capitanias hereditárias no Brasil:

a) fracassou em razão da falta de experiência e do desinteresse de todos os donatários.

b) foi um sucesso, pois apesar de não haver adesão de muitos donatários, todas as capitanias prosperaram.

c) representou uma experiência nova para Portugal, e apresentou relativo sucesso.

d) foi mal sucedido devido à falta de investimentos e da participação efetiva dos donatários.

Resposta: [D]

4. (PITÁGORAS) Observe a charge abaixo.

Fonte: NOVAES, Carlos E. LOBO, César. História do Brasil para principiantes. São Paulo: Ática. 2003, p. 27.

INTERPRETE, dentro do contexto histórico do Brasil colonial, o problema retratado pela charge.

Resposta: O contexto histórico do Brasil colonial diz respeito à implantação do sistem de Governo Geral pela Coroa Portuguesa em 1548 com o objetivo de centralizar a administração colonial em virtude do fracasso das Capitanias Hereditárias que devido à diversos fatores acabaram fracassando. Esperava-se que o governador geral coordenasse o trabalho das capitanias contribuindo assim para a reversão desse quadro.

5. (PITÁGORAS) Observe a charge e responda:


Fonte: NOVAES, Carlos E. LOBO, César. História do Brasil para principiantes. São Paulo: Ática. 2003, p. 25.

CITE e COMENTE o tratado que marcou a rivalidade entre portugueses e espanhóis.

Resposta: A rivalidade entre portugueses e espanhóis quanto à posse do Novo Mundo foi solucionada com a assinatura do Tratado de Tordesilhas que estabelecia uma linha imaginária traçada à 370 léguas à oeste das ilhas de Cabo Verde. O território à leste desse meridiano seria destinado à Portugal, enquanto as terras à oeste pertenceriam à Espanha.

Questão desafio

(Ufjf) "(...) ponderando-se o acharem-se hoje as Vilas dessa Capitania tão numerosas como se acham, e que sendo uma grande parte das famílias dos seus moradores de limpo nascimento, era justo que somente as pessoas que tiverem essa qualidade andassem na governança delas..."

"Ordem Régia" (Para Câmara de Vila Rica-MG), 27 de janeiro de 1726.

"A Câmara e a Misericórdia podem ser descritas, apenas com um ligeiro exagero, como os pilares gêmeos da sociedade colonial desde Maranhão até Macau."

BOXER, C. R. "O império marítimo português". Lisboa: Edições 70, 1969, p. 267.

O mais significativo órgão político-administrativo implantado por Portugal nas vilas coloniais da América Portuguesa era a Câmara Municipal.

Baseando-se nas citações apresentadas, responda com suas próprias palavras:

a) Qual era a origem social daqueles que ocupavam os cargos nas Câmaras Municipais?

Resposta: Aqueles que ocupavam os cargos proeminentes nas Câmaras Municipais eram membros da elite agrária, ricos proprietários de terras, os denominados "homens bons".

b) Cite três funções das Câmaras Municipais nas principais vilas coloniais.

Resposta: As Câmaras Municipais eram responsáveis pela administração das vilas como um todo, deviam estabelecer a justiça, cobrar impostos, reproduzir o modelo metropolitano português na América.

SEGUNDA SÉRIE

1. (FUVEST) Explique o Golpe de Maioridade em 1840.

Resposta: O Golpe da Maioridade consistiu em uma manobra política que antecipou a posse do herdeiro ao trono brasileiro o que permitiu que D. Pedro II assumisse o poder como imperador aos 14 anos de idade. Foi uma medida à principiou apoiada apenas pelos Liberais que desejavam o retorno ao poder, posteriormente tal medida também foi apoiada pelos Conservadores que viam no referido golpe uma possibilidade de pacificar as revoltas regenciais, acabar com a instabilidade política e garantir a manutenção da integridade territorial brasileira ameaçada por movimentos separatistas, tais como a Revolução Farroupilha.

2. (UNESP) Os dois grandes partidos imperiais (...) completaram sua formação (...) como agremiações políticas opostas. Mas havia mesmo diferenças ideológicas ou sociais entre eles? Não passariam no fundo de grupos quase idênticos, separados apenas por rivalidades pessoais? Muitos contemporâneos afirmam isso. Ficou célebre uma frase atribuída ao político pernambucano Holanda Cavalcanti: nada se assemelha mais a um saquarema do que um luzia no poder .

(B. Fausto, "História do Brasil".)

A transcrição refere-se aos partidos

a) Radical e Justicialista, que formaram a estrutura bipartidária vigente na Regência.

b) Republicano e Democrático, que deram o tom político ao longo do Primeiro Reinado.

c) Progressista e Ruralista, que se constituíram nas duas forças políticas em ação no Segundo Reinado.

d) Trabalhista e Positivista, que moldaram a vida política no Antigo Regime.

e) Conservador e Liberal, que dominaram a cena política até a proclamação da República.

Resposta: [E]

3. (UFRJ) "Ficou célebre uma frase atribuída ao político pernambucano Holanda Cavalcanti: - Nada se assemelha mais a um saquarema do que um luzia no poder. Saquarema , nos primeiros anos do Segundo Reinado, era o apelido dos conservadores [...] Luzia era o apelido dos liberais [...] A idéia de indiferenciação dos partidos parecia também confirmar-se pelo fato de ser freqüente a passagem de políticos de um campo para o outro"

Fonte: Fausto, Boris. Histórias do Brasil. São Paulo, Edusp, 1995, p. 180

O texto dá conta de algumas características das correntes políticas que predominavam no Segundo Reinado (1840-1889).

a) Identifique um aspecto comum e outro divergente entre as correntes políticas mencionadas no texto.

Resposta: Pode-se mencionar o fato de os dois partidos representarem os interesses das camadas dominantes da sociedade brasileira. Entre as divergências entre os citados grupos, pode-se mencionar o fato de que os Liberal defendia maior autonomia para as províncias brasileiras, ao passo que os Conservadores eram mais favoráveis à centralização política.

b) Explique uma diferença entre a experiência parlamentarista brasileira do Segundo Reinado e o modelo liberal inglês da mesma época.

Resposta: O modelo implantado em 1847 no Brasil passou a ser denominado de "parlamentarismo às avessas" devido ao fato de que o imperador através da utilização do Poder Moderador assumia toda a condução política nacional, nomeando o presidente do Conselho de Ministros (primeiro ministro) podendo depô-lo à qualquer momento, diferentemente do modelo inglês onde o Parlamento tem a autonomia na eleição do Primeiro ministro.


4. (UFC) A manutenção do Parlamentarismo, durante quase todo o Segundo Reinado, esteve relacionada:

a) ao apoio dado pelos liberais ao monarca, de forma a manter o poder dos conservadores circunscrito às áreas interioranas do país.

b) à concessão de muitos poderes ao imperador e à alternância dos partidos liberal e conservador no governo.

c) à inexistência de eleições para a escolha dos senadores e deputados, todos nomeados pelo imperador.

d) à estabilidade do cargo de presidente do Conselho de Estado, escolhido pela Câmara dos Deputados.

e) à difusão dos ideais revolucionários franceses, adotados pelo monarca na condução da política imperial.

Resposta:[A]

5. (Unesp) “Diante do Trono vazio defrontavam-se as províncias, com a propriedade territorial lhes ditando a contextura política, sequiosas de comandar o governo-geral, espreitadas por um gigante tolhido, mas ameaçador: o elemento monárquico, agarrado, em parte, ao manto roto de D. Pedro I e às fraldas do Imperador menino.”

Identifique o período de nossa história a que se refere o texto acima e ofereça subsídios adequados à compreensão dos motivos para as agitações políticas e sociais.

Resposta: O texto alude ao agitado período regencial (1831-1840), marcado por grandes disputas políticas e pela eclosão de diversas revoltas em várias províncias brasileiras.


Questões extras

1.(UERJ) Essa ilustração foi publicada em 1865, durante a Guerra do Paraguai, e reflete o posicionamento de vários membros das elites intelectuais brasileiras favoráveis à guerra. Apresente dois argumentos, utilizados na época, para justificar a participação do Brasil nesse conflito.

Resposta: Dentre os argumentos: o caráter heróico, civilizador e libertador da guerra contra o tirano Solano Lopez, uma vez que o Brasil levaria a civilização a um país que era identificado como a expressão da barbárie. A guerra ocorreu num contexto de mudanças na América Latina, em virtude dos investimentos britânicos, que permitiam o desenvolvimento da infra-estrutura nos países. O Brasil afim de obter benefícios desses investimentos, teve que se aproximar dos interesses britânicos, ou seja, manter livre a navegação da bacia platina. O Estado imperial temia que a política expansionista paraguaia viesse a colocar em xeque a integridade territorial do Brasil, uma vez que, apesar da expansão da malha ferroviária, a ligação do restante do país com a atual região Centro-Oeste e do oeste da região Sul fazia-se predominantemente pela via fluvial.

2. (UNESP 2011) A Guerra do Paraguai (1864-1870), foi definida por alguns historiadores, como um momento de apogeu do império brasileiro. Outros preferiram considera-la como uma demonstração de seu declínio. Tal discordância se justifica porque o conflito sul-americano:

a) estabeleceu pleno domínio militar brasileiro na região do Prata, mas provocou grave crise financeira no Brasil.

b) abriu o mercado paraguaio para as manufaturas brasileiras, mas não evitou a entrada no Paraguai de mercadorias contrabandeadas.

c) freou o crescimento econômico dos países vizinhos, mas permitiu o aumento da influência americana na região.

d) ajudou a profissionalizar e politizar o Exército brasileiro, mas contribuiu na difusão, entre suas lideranças, do abolicionismo.

e) fez do imperador brasileiro um líder continental, mas gerou a morte de milhares de soldados brasileiros.

A guerra do Paraguai (1864-1870) marcou o início da decadência da monarquia brasileira. Em primeiro lugar, por representar a afirmação política dos oficiais do exército, em detrimento da tradicional influência da marinha. Em segundo, a convivência do alto oficialato brasileiro com seus pares argentinos e uruguaios trouxelhes a percepção da grande influência do exército nos regimes republicanos da América do Sul. Por fim, houve forte identificação com o movimento abolicionista dada a grande quantidade de soldados negros, brasileiros para morrerem pelo Brasil, mas não para viverem livres no país.
Resposta: D

TERCEIRA SÉRIE

1. (CNDL) Plantation é um sistema agrícola que ficou bastante conhecido na época do colonialismo europeu. As metrópoles, visando seu próprio lucro, exploravam as colônias por meio do plantation, originando as chamadas colônias de exploração.

Apresente as características gerais da Plantation açucareira implantada pelos portugueses no Brasil durante o século XVI.

Resposta: Monocultura de produtos tropicais, cultivada em grandes extensões de terra (latifúndios), visando o abastecimento do mercado externo e utilizando-se de mão de obra escrava, primeiramente indígena e depois africana.

2. (CNDL) O cultivo da cana-de-açúcar deu-se pela necessidade imperativa de colonizar e explorar um território até então sem muita importância econômica para Portugal.

Apresente três fatores que influenciaram a Coroa Portuguesa a introduzir a lavoura de cana de açúcar no Brasil, dando início a colonização efetiva da América Portuguesa.

Resposta: A experiência portuguesa no cultivo de cana de açúcar nas ilhas da Madeira e dos Açores, a grande lucratividade que o açúcar proporcionava para a Coroa Portuguesa, o grande mercado consumidor na Europa, as condições geográficas favoráveis que o Brasil reunia, e o apoio financeiro exercido pelos comerciantes holandeses que financiavam a produção de açúcar na América portuguesa.

3. A organização político administrativa do Brasil tinha um caráter central, tendo como base o Governo Geral. Entretanto, essa administração centralizadora tinha um poder mais formal do que prático. Efetivamente, o poder estava descentralizado pelas vilas e municípios, ficando em geral nas mãos dos grandes proprietários.

Essa administração de âmbito local ficava a cargo das (dos):

a) Capitanias Hereditárias

b) Centros Administrativos

c) Conselhos Ultramarinos

d) Câmaras Municipais

Resposta: [D]

4. (CNDL) Leia os versos da canção abaixo.

(...)

Olhe a nossa história

Os nossos ancestrais

O Brasil colonial não era igual a Portugal

A raiz do meu país era multirracial

Tinha Índio, Branco Amarelo, Preto

Nascemos da mistura, então por que preconceito?

Barrigas cresceram

O tempo passou...

Nasceram brasileiros cada um com sua cor

Uns com pele clara outros, mais escura

Mas todos viemos da mesma mistura

Então presta atenção nessa sua babaquice

Pois como eu já disse

Racismo é burrice

Dê a ignorância um ponto final

Faça uma lavagem cerebral.

(Gabriel, o Pensador, Lavagem Cerebral, 1993)

A letra da música de Gabriel, o pensador faz referência a idéia de um Brasil multirracial. Podemos entender esse termo como:

a) um fenômeno fruto do processo de miscigenação que tem origem, ainda no período colonial, a partir da fusão de negros, índios e brancos.

b) um processo de curta duração iniciado no final do século XVIII com as idéias iluministas e o fim do sistema colonial.

c) a mistura de culturas, com predomínio da visão de mundo dos europeus, principalmente, escandinavos.

d) uma mera expressão do racismo, uma vez que o Brasil, historicamente, sempre foi dividido em raças que viviam harmoniosamente.

Resposta: [A]

5. (PITÁGORAS) Observe a figura.

(Fonte: NOVAES, Carlos Eduardo & LOBO, César. História do Brasil para principiantes. São Paulo, Ática, 1998. P. 56.)

O sistema de Capitanias Hereditárias foi criado em 1534 pelo rei de Portugal para promover a colonização do Brasil. Com relação ao sistema de capitanias é INCORRETO afirmar

a) as capitanias eram lotes de terras que iam do litoral até Tordesilhas, linha imaginária criada pelas coroas portuguesa e espanhola.

b) o sistema de capitanias era um modelo de colonização que já tinha sido adotado por Portugal na Ilha da Madeira.

c) o Brasil foi dividido em quinze lotes de terras que foram doados às pessoas importantes da nobreza portuguesa.

d) as capitanias brasileiras que mais prosperaram foram aquelas que receberam investimentos ou recurso do tesouro português.

e) o sistema de capitanias foi uma experiência positiva para a colonização do Brasil, pois elas contribuíram para o desenvolvimento do comércio e para a segurança da colônia.

Resposta:[E]

Questão extra

1. (UFRJ)

a) DETERMINE o fato histórico retratado no mapa acima.

Resposta: O tráfico negreiro da África para o Brasil.

b) EXPLIQUE os fatores econômicos que contribuíram para a ocorrência de tal fato.

Resposta: A implantação da plantation açucareira na América portuguesa que tornou necessária a utlização de mão de obra escrava, o fato desse vil comércio ser extremamente lucrativo para a Coroa portuguesas e para os traficantes de escravos.


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Saiba as principais características da economia brasileira ao longo do Segundo Reinado

2ª série do EM: Confira abaixo um resumo do Capítulo 2 - A economia no Brasil Imperial

Saiba as principais características da economia brasileira ao longo do Segundo Reinado.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

3ª Série do EM: Confira um resumo da aula sobre o Liberalismo e o Nacionalismo no século XIX

Saiba mais sobre a Era Napoleônica

2ª Série do EM: Confira abaixo um resumo da aula sobre a Era Napoleônica. Bons estudos.


* Napoleão Bonaparte

Napoleão Bonaparte nasceu em Ajaccio, Córsega em 1769. Foi tenente da artilharia do exército francês aos 19 anos e general aos 27 anos, saindo vitorioso em várias batalhas na Itália e na Áustria.

Foi um dos chamados "monarcas iluminados", que aderiram ao movimento filosófico chamado Iluminismo.

Napoleão Bonaparte esteve no poder da França durante 15 anos e nesse tempo conquistou grande parte da Europa.. Para os biógrafos, seu sucesso se deu devido a sua grande capacidade como estrategista, seu espírito de liderança e ao seu talento para empolgar os soldados com promessas de riqueza e glória após vencidas as batalhas.

* Era Napoleônica

Os processos revolucionários provocaram certa tensão na França, de um lado estava a burguesia insatisfeita com os jacobinos, formados por monarquistas e revolucionários radicais, e do outro lado as monarquias européias, que temiam que os ideais revolucionários franceses se propagassem por seus reinos.

Foi derrubado na França, sob o comando de Napoleão, o governo do Diretório. Junto com a burguesia, Napoleão estableceu o consulado, primeira fase do seu governo. Este golpe ficou conhecido como 'Golpe 18 de Brumário' em 1799. O Golpe 18 de Brumário, marca o início de um novo período na história francesa, e conseqüentemente, da Europa: a Era Napoleônica.

Seu governo pode ser dividido em três partes:

Consulado (1799-1804)

Império (1804-1814)

Governo dos Cem Dias (1815)

* Consulado

O governo do consulado foi instalado depois da queda do Diretório. O consulado possuía caráter republicano e militar. No poder Executivo, três pessoas eram responsáveis: dois cônsules e o próprio Napoleão. Apesar da presença de outros dois cônsules, quem mais dispunha de influência e poder era o próprio Napoleão, que foi eleito primeiro-cônsul da República.

No consulado, a burguesia detinha o poder e assim, foi consolidada com o grupo central da França. A forte censura à imprensa, a ação violenta dos órgãos policiais e o desmanche da oposição ao governo colocaram em questão os ideais de “liberdade, igualdade e fraternidade” características da Revolução Francesa.

Entre os feitos de Napoleão (na época), podemos citar:

Economia – Criação do Banco da França, em 1800, controlando a emissão de moeda e a inflação; criação de tarifas protecionistas, fortalecendo a economia nacional.

Religião – Elaboração da Concordata entre a Igreja Católica e o Estado, o qual dava o direito do governo francês de confiscar as propriedades da Igreja, e em troca, o governo teria de amparar o clero.

Direito – Criação do Código Napoleônico, representando em grande parte os interesses dos burgueses, como casamento civil (separado do religioso), respeito à propriedade privada, direito à liberdade individual e igualdade de todos perante à lei, etc.

Educação – Reorganização e prioridades para a educação e formação do cidadão francês.

Os resultados obtidos neste período do governo de Napoleão agradaram à elite francesa. Com o apoio destas, Napoleão foi elevado ao nível de cônsul vitalício, em 1802.

* Império

Em plebiscito realizado em 1804, a nova fase da era napoleônica foi aprovada com quase 60% dos votos, e o regime monárquico foi reestabelecido na França, Napoleão foi indicado para ocupar o trono.

Nesse período, podemos destacar o grande número de batalhas de Napoleão para a conquista de novos territórios para a França. O exército francês tornou-se o mais poderoso de toda a Europa.

O principal e mais poderoso inimigo francês, na época, era a Inglaterra. Os ingleses se opunham a expansão francesa, e vendo a força do exército francês, formaram alianças com Áustria, Rússia e Prússia.

Embora o governo francês dispusesse do melhor exército da Europa, a Inglaterra era a maior potência naval da época, o que dificultou a derrota dos ingleses. Em virtude disso, Napoleão Bonaparte pensou em outra forma de derrotar os ingleses economicamente. Ele estabeleceu o Bloqueio Continental, que determinava que todos os países europeus deveriam fechar seus portos para o comércio com a Inglaterra, enfraquecendo assim, as exportações do país e causando uma crise industrial.

A Inglaterra na época, era o maior parceiro comercial de Portugal. Portugal vendia produtos agrícolas e a Inglaterra, produtos manufaturados. Vendo que não poderia parar de negociar com os ingleses, e temendo a invasão dos franceses, D.João VI junto com sua família e os nobres portugueses fugiram para o Brasil, transferindo quase todo o aparelho estatal para a colônia.

A Rússia também descumpriu o Bloqueio Continental e comercializou com a Inglaterra. Napoleão e seus homem marcharam contra a Rússia, mas foram praticamente vencidos pelo imenso território russo e principalmente, pelo rigoroso inverno. Além disso haviam conspirações de um golpe na França, o que fez Napoleão voltar rapidamente para controlar a situação.

Após esses fatos temos a luta da coligação européia contra a França. Com a capitulação de Paris, o imperador foi obrigado a abdicar.

* Governo dos Cem Dias

Com a derrota para as forças da coligação européia, Napoleão foi exilado na Ilha de Elba, no Tratado de Fontainebleau, porém fogiu no ano seguinte. Com um exército, entrou na França e reconquistou o poder. Passou a atacar a Bélgica, mas foi derrotado pela segunda vez na Batalha de Waterloo. Assim, Napoleão foi preso e exilado pela segunda vez, porém para a Ilha de Santa Helena, em 1815. Napoleão morreu em 1821 não se sabe, na verdade, o motivo mas supeita-se de envenenamento.




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Saiba mais sobre a política no Segundo Reinado



Teste seus conhecimentos sobre a política no Segundo Reinado

1. (Unesp) Leia os versos e responda. Por subir Pedrinho ao trono, Não fique o povo contente; Não pode ser coisa boa Servindo com a mesma gente. Quem põe governança Na mão de criança Põe geringonça No papo de onça.

(Versos anônimos. In Lilia Moritz Schwarcz, "As barbas do imperador")

a) A qual episódio da história brasileira os versos fazem referência?

b) Indique duas características do sistema político vigente no Segundo Império.

2. (Fuvest) Canção 1

Suba ao trono o jovem Pedro Exulte toda a Nação;

Os heróis, os pais da Pátria Aprovaram com união.

Canção 2

Por subir Pedrinho ao trono, Não fique o povo contente;

Não pode ser coisa boa Servindo com a mesma gente.

Quadrinhas populares cantadas nas ruas do Rio de Janeiro em 1840.

Compare as quadrinhas populares e responda:

a) Por que D. Pedro II tornou-se imperador, antes dos dezoito anos, como previa a Constituição?

b) Quais as diferentes posições políticas expressas nas duas canções populares?


3. (UFRRJ) "Ora, dizei-se: não é isto uma farsa? Não é isto um verdadeiro absolutismo, no estado em que se acham as eleições no nosso país? (...) O poder moderador pode chamar a quem quiser para organizar ministérios; esta pessoa faz a eleição porque há de fazê-la; esta eleição faz a maioria. Eis, aí está o sistema representativo do nosso país!"

(Nabuco de Araújo, discurso ao Senado (17/07/1868), citado no Manifesto Republicano de 1870.)

Tido como ponto de partida para o movimento de 15/11/1889, o Manifesto, em sua crítica ao funcionamento das instituições políticas do Império, questiona o Poder Moderador e o sistema parlamentar vigentes na época.

a) Aponte o responsável pelo exercício do Poder Moderador, segundo a Constituição de 1824.

b) Explique, a partir do texto, o porquê de diversos historiadores considerarem o sistema parlamentar brasileiro, de então, um "parlamentarismo às avessas."

4. (Uerj) Essa ilustração foi publicada em 1865, durante a Guerra do Paraguai, e reflete o posicionamento de vários membros das elites intelectuais brasileiras favoráveis à guerra. Apresente dois argumentos, utilizados na época, para justificar a participação do Brasil nesse conflito.

5. (PITÁGORAS) O Segundo Reinado foi marcado por um conjunto de reformas políticas que pareciam dialogar com os diferentes grupos que controlavam os quadros políticos do Brasil naquela época. Esse comportamento político da época é geralmente justificado pelas conturbações experimentadas durante o Período Regencial, tempo em que diversos conflitos regionais se espalharam pelo país em oposição às decisões tomadas pelo governo central.


Analisando o texto e o fluxograma, podemos INFERIR que o sistema de governo adotado no Brasil em 1847 foi o

a) Presidencialismo.

b) Parlamentarismo.

c) Socialismo.

d) Anarquismo.

e) Capitalismo.

6. (Unesp) As idéias de Marx e Engels e suas propostas transformadoras e de participação popular, influenciaram a Revolução Francesa de 1848 e repercutiram no Brasil. Esclareça o que foi a Revolução Praieira e precise o seu desfecho.

7. (UFRJ) Ficou célebre uma frase atribuída ao político pernambucano Holanda Cavalcanti : - " Nada se assemelha mais a um saquarema que um Luzia no poder. Saquarema , nos primeiros anos do Segundo reinado , era o apelido dos conservadores [...] Luzia era o apelido dos liberais [...] A idéia de indiferenciação dos partidos parecia também confirmar-se pelo fato de ser frequente a passagem de políticos de um campo para o outro "

O texto dá conta de algumas das características das correntes políticas que predominavam no Segundo Reinado (1840-1889).

a) Identifique um aspecto comum e outro divergente entre as correntes políticas mencionadas no texto.

b) Explique uma diferença entre a experiência parlamentarista brasileira do Segundo Reinado e o modelo liberal inglês da mesma época.

7. (Puccamp) Deflagrada em Pernambuco no ano a que o texto se refere, a Revolução Praieira se insere no contexto revolucionário do século XIX e ao mesmo tempo representa uma das últimas manifestações de rebeldia ao governo imperial. O núcleo urbano que aderiu ao movimento, sob a liderança de Borges da Fonseca, pretendia a

a) antecipação da maioridade de D. Pedro, a extinção do voto censitário e a descentralização do poder político.

b) adoção do sistema federalista, a introdução do ensino primário gratuito e a coletivização da propriedade privada.

c) restauração do Conselho de Estado, a limitação do poder do rei e a instituição do parlamentarismo.

d) abolição da escravatura, a autonomia das províncias e a criação do Partido Republicano Regional.

e) extinção do Poder Moderador, a proclamação da república e a instituição do sufrágio universal.


Saiba mais sobre a expansão marítima



Agora, teste seus conhecimentos sobre esse assunto


1. (Cefet-ce - 2006) Explique as condições que tornaram Portugal o primeiro país europeu a iniciar a Expansão Marítima.

2. (UFJF - 2006) Leia, com atenção, a citação:

"Diz-se muitas vezes que os povos da Península Ibérica - e particularmente os portugueses - estavam especialmente preparados para inaugurar a série de descobertas marítimas e geográficas que mudaram o curso da história mundial, nos séculos XV e XVI."

BOXER, C.R. "O império marítimo português". Lisboa: Edições 70, 1969, p. 20.

Com base na citação e em seus conhecimentos, leia atentamente as afirmativas, que buscam explicar as razões pelas quais os povos ibéricos podem ser considerados "especialmente preparados" para as descobertas marítimas:

I. A frágil diferenciação social interna e as alianças entre aristocracia, burguesia e camponeses atuaram como importante fator de estabilidade social.

II. A ativa participação dos árabes na condução do processo da expansão marítima ibérica possibilitou uma maior troca de experiências e projetos de expansão territorial.

III. A pioneira fundação do Estado Moderno português encontrou na expansão ultramarina uma fonte de prestígio para manutenção da nobreza e uma expectativa de novas fontes de receita. Após a leitura, pode-se afirmar que:

a) todas estão corretas.

b) todas estão incorretas.

c) somente a afirmativa III está correta.

d) as afirmativas I e III estão corretas.

e) somente a afirmativa II está correta.

3. (UEL - 2007) Sobre a expansão marítima ibérica da época dos descobrimentos, é correto afirmar que:

a) Ocorreu de maneira pacífica, com a colonização e povoamento das Américas.

b) Fundamentou a expansão do capitalismo mercantil, acompanhado pelas missões.

c) Acabou com o comércio mediterrânico, concentrando-se tão somente no Atlântico.

d) Fortaleceu as cidades-Estados italianas, tradicionais no comércio mercantil.

e) Concedeu cidadania aos súditos que emigrassem para as colônias de além-mar.

4. (UFPI) Sobre a Expansão Marítima e Comercial Européia (séculos XV e XVI), assinale a alternativa correta.

a) A Espanha, em parceria com a França, dominou as rotas comerciais entre a América do Norte e a Europa.

b) A Holanda, já no século XVI, impôs seu domínio marítimo e comercial, frente à Inglaterra, na América do Sul.

c) A França, devido ao uso de expedições militares, controlou o comércio de especiarias no litoral da América Portuguesa.

d) Portugal, ao assinar o Tratado de Tordesilhas com a Espanha, buscava garantir a exploração das terras localizadas no Atlântico Sul.

e) A Inglaterra, a partir da chegada de Cristóvão Colombo ao "Novo Mundo", firmou-se como a nação hegemônica, nas rotas comerciais entre a América Central e a Europa.

5. (UFTPR-2008)

"Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar,

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador

Tem que passar além da dor

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu!"

("Mensagem", Fernando Pessoa)

Sobre a expansão marítima européia do início da Idade Moderna, analise as seguintes proposições:

I - As navegações portuguesas se constituíram em um evento isolado, uma vez que não tiveram a concorrência de nenhum outro povo europeu naquele momento.

II - O sacríficio dos navegantes portugueses foi bastante recompensado, já que Portugal se tornou a nação hegemônica da Europa por longo tempo.

III - Da expansão marítimo-comercial portuguesa fazem parte a conquista da rota oriental para as Índias e a conquista do Brasil.

Assinale a alternativa correta.

a) Todas as proposições estão corretas.

b) Apenas a proposição I está correta.

c) Apenas a proposição II está correta.

d) Apenas a proposição III está correta.

e) Apenas as proposições I e III estão corretas.


6. (PUC-MG - 2008)

A História e Literatura têm trazido contribuições importantes para compreensão do desenvolvimento das civilizações. Leia o poema "Mar Português", de Fernando Pessoa, e assinale a afirmativa CORRETA de acordo com o texto.

Ó mar salgado, quanto do teu sal São lagrimas de Portugal! Por te cruzarmos quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.

a) Refere-se à expansão marítima portuguesa durante os séculos XV e XVI, ampliando a esfera política e geográfica do mundo conhecido.

b) Explica o mito fundador da colonização do novo mundo a partir da imposição da Coroa Portuguesa e de seus aliados espanhóis.

c) Trata-se de uma interpretação idealista da expansão marítima portuguesa, criada a partir das idéias mercantilistas inglesas e francesas do século XIX.

d) Critica o modelo histórico que explica o processo de colonização portuguesa em função da mudança do eixo Atlântico para o Mediterrâneo.


7. (FUVEST – 2012) Deve-se notar que a ênfase dada à faceta cruzadística da expansão portuguesa não implica, de modo algum, que os interesses comerciais estivessem dela ausentes – como tampouco o haviam estado das cruzadas do Levante, em boa parte manejadas e financiadas pela burguesia das repúblicas marítimas da Itália. Tão mesclados andavam os desejos de dilatar o território cristão com as aspirações por lucro mercantil que, na sua oração de obediência ao pontífice romano, D. João II não hesitava em mencionar entre os serviços prestados por Portugal à cristandade o trato do ouro da Mina, “comércio tão santo, tão seguro e tão ativo” que o nome do Salvador, “nunca antes nem de ouvir dizer conhecido”, ressoava agora nas plagas africanas…

Luiz Felipe Thomaz, “D. Manuel, a Índia e o Brasil”. Revista de História (USP), 161, 2º Semestre de 2009, p.16-17. Adaptado.

Com base na afirmação do autor, pode-se dizer que a expansão portuguesa dos séculos XV e XVI foi um empreendimento

a) puramente religioso, bem diferente das cruzadas dos séculos anteriores, já que essas eram, na realidade, grandes empresas comerciais financiadas pela burguesia italiana.

b) ao mesmo tempo religioso e comercial, já que era comum, à época, a concepção de que a expansão da cristandade servia à expansão econômica e viceversa.

c) por meio do qual os desejos por expansão territorial portuguesa, dilatação da fé cristã e conquista de novos mercados para a economia europeia mostrarse-iam incompatíveis.

d) militar, assim como as cruzadas dos séculos anteriores, e no qual objetivos econômicos e religiosos surgiriam como complemento apenas ocasional.

e) que visava, exclusivamente, lucrar com o comércio intercontinental, a despeito de, oficialmente, autoridades políticas e religiosas afirmarem que seu único objetivo era a expansão da fé cristã.

8. (PUCCAMP – 2005) Sobre o contexto histórico em que se insere o fenômeno que os versos identificam é correto afirmar que

a) a descoberta de metais preciosos favoreceu o estabelecimento das primeiras relações econômicas entre portugueses e indígenas.

b) a agressividade demonstrada pelos nativos despertou o interesse metropolitano pela ocupação efetiva das novas terras.

c) a conquista da América pelos portugueses contribuiu para o crescimento demográfico da população indígena no Brasil.

d) no chamado período pré-colonial, o plantio e a exploração do pau-brasil incentivaram o tráfico africano.

e) apesar de ter tomado posse da terra em nome do rei de Portugal, o interesse da monarquia estava voltado para o Oriente.


9. "Esta terra, Senhor, é muito chã e muito formosa. Nela não podemos saber se haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal; porém, a terra em si é de muitos bons ares (...) querendo aproveitar dar-se-á nela tudo (...)".

Esse trecho é parte da carta que Pero Vaz de Caminha escreveu, em 1500, ao rei de Portugal, com informações sobre o Brasil. Com base no texto, é correto afirmar:

a) Havia a intenção de colonizar imediatamente a terra, retirando os bens exportáveis para atender o mercado internacional.

b) Iniciava-se o processo de ocupação da terra, circunscrito aos limites do mercantilismo industrial e colonial.

c) Desde o princípio, os portugueses procuraram escravizar os povos indígenas a fim de encontrarem os metais preciosos.

d) Estava evidente o interesse em explorar a terra nos moldes do mercantilismo.

e) Era preponderante a intenção de estabelecer a agricultura com o trabalho livre e familiar no Brasil.


10. (Unicamp)A base da tese de que o Brasil teria sido descoberto por Duarte Pacheco em 1498 gira em torno de seu manuscrito intitulado "Esmeraldo de situ orbis" produzido entre 1505 e 1508. Trata-se de um relato das viagens de Duarte Pacheco não só ao Brasil como também à costa da África, principal fonte de riqueza de Portugal no século XV. O rei Dom Manoel I considerou tão valiosas as informações náuticas, geográficas e econômicas contidas no documento que jamais permitiu que esse fosse tornado público.

(Adaptado de: ISTO É. 26 de novembro de 1997. pp.65-66)

a) Em que o relato de Duarte Pacheco altera a versão oficial do descobrimento do Brasil?

b) Por que, no contexto da expansão ultramarina, Portugal procurou manter este relato em segredo?

c) Quais os interesses de Portugal com a expansão ultramarina?

Resolução comentada

1. resposta: Portugal possuia uma monarquia centralizada, tinha paz interna, burguesia rica e interessada no comércio oriental das especiarias, a Escola de Sagres, etc.
2. resposta:[C]
3. resposta: [B]
4. resposta: [D]
5. resposta:[D]

6. resposta:[A]
7. resposta:[B]
8. resposta:[E]
9. resposta: [D]
10. respostas: a) O relato de Duarte Pacheco não dizia que o Brasil foi descoberto por Álvares Cabral em 1500.

b)Este termo refere-se á uma forma de agir a todo o saber que pudesse ser útil para a expansão portuguesa adotada pelos reis D. João II e D. Manuel I, e se essas informações fossem divulgadas poderiam correr o risco de atrair interesses de outros governos.

c) Portugal tinha como interesse a expansão comercial e marítima, pois queria quebrar o monopólio que as cidades italianas tinham sobre o comércio de especiarias.