Plano de recuperação econômica dos Estados Unidos, implantado a partir de 1933, durante o governo do presidente Franklin Delano Roosevelt, que assessorado pelo economista britânico, John Maynard Keynes, colocou em prática uma forte intervenção do Estado na economia, o chamado New Deal, que possuía como objetivos principais a saída da Grande Depressão e a retomada do crescimento da economia norte-americana. Além do forte intervencionismo estatal, foram adotadas uma série de medidas de cunho assistencialista, com a implantação do Estado de Bem Estar Social, através da criação da Previdência Social no país. O New Deal apresentou resultados relativamente bem sucedidos. Na verdade, apenas com o desenvolvimento da Segunda Guerra Mundial pode-se dizer que os Estados Unidos conseguiram superar os terríveis efeitos da Crise de 1929.
A arte de viver com fé
Alagados, da banda Paralamas do Sucesso, música que pode ser contextualizada com o atual problema vivenciado no Rio de Janeiro
Paralamas do Sucesso - Alagados
Composição: Herbert Viana/ Bi Ribeiro
Todo dia o sol da manhã
Vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo
Quem já não o queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia
E a cidade que tem braços abertos
Num cartão postal
Com os punhos fechados na vida real
Lhe nega oportunidades
Mostra a face dura do mal Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê Todo dia o sol da manhã
Vem e lhes desafia
Traz do sonho pro mundo
Quem já não o queria
Palafitas, trapiches, farrapos
Filhos da mesma agonia
E a cidade que tem braços abertos
Num cartão postal
Com os punhos fechados na vida real
Lhe nega oportunidades
Mostra a face dura do mal Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê Alagados, Trenchtown, Favela da Maré
A esperança não vem do mar
Nem das antenas de TV
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Mas a arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
Só não se sabe fé em quê
A arte de viver da fé
O Rappa - Suplica cearense
Súplica Cearense O Rappa Composição: Luiz Gonzaga
Oh! Deus, perdoe esse pobre coitado, que de joelhos rezou um bocado, pedindo pra chuva cair, cair sem parar. Oh! Deus, será que o senhor se zangou, e é só por isso que o sol se arretirou, fazendo cair toda chuva que há. Oh! Senhor, pedi pro sol se esconder um pouquinho, pedi pra chover,mas chover de mansinho, pra ver se nascia uma planta,uma planta no chão. Oh! Meu Deus, se eu não rezei direito, a culpa é do sujeito, desse pobre que nem sabe fazer a oração. Meu Deus,perdoe encher meus olhos d'água, e ter-lhe pedido cheio de mágoa, pro sol inclemente,se arretirar, retirar. Desculpe, pedir a toda hora, pra chegar o inverno e agora, o inferno queima o meu humilde Ceará. Oh! Senhor, pedi pro sol se esconder um pouquinho, pedi pra chover, mas chover de mansinho, pra ver se nascia uma planta no chão,planta no chão. Violência demais, chuva não tem mais, corrupto demais, política demais, tristeza demais. O interesse tem demais! Violência demais, fome demais, falta demais, promessa demais, seca demais, chuva não tem mais! Lá no céu demais, chuva tem, tem, tem, não tem, não pode tem, é demais. Pobreza demais, como tem demais!(Falta demais), é demais, chuva não tem mais, seca demais, roubo demais, povo sofre demais. Oh! demais. Oh! Deus. Oh! Deus. Só se tiver Deus. Oh! Deus. Oh! fome. Oh! interesse demais, falta demais...!
Legião Urbana - Perfeição
Perfeição Legião Urbana Composição: Renato Russo
Vamos celebrar A estupidez humana A estupidez de todas as nações O meu país e sua corja De assassinos Covardes, estupradores E ladrões... Vamos celebrar A estupidez do povo Nossa polícia e televisão Vamos celebrar nosso governo E nosso estado que não é nação... Celebrar a juventude sem escolas As crianças mortas Celebrar nossa desunião... Vamos celebrar Eros e Thanatos Persephone e Hades Vamos celebrar nossa tristeza Vamos celebrar nossa vaidade... Vamos comemorar como idiotas A cada fevereiro e feriado Todos os mortos nas estradas Os mortos por falta De hospitais... Vamos celebrar nossa justiça A ganância e a difamação Vamos celebrar os preconceitos O voto dos analfabetos Comemorar a água podre E todos os impostos Queimadas, mentiras E sequestros... Nosso castelo De cartas marcadas O trabalho escravo Nosso pequeno universo Toda a hipocrisia E toda a afetação Todo roubo e toda indiferença Vamos celebrar epidemias É a festa da torcida campeã... Vamos celebrar a fome Não ter a quem ouvir Não se ter a quem amar Vamos alimentar o que é maldade Vamos machucar o coração... Vamos celebrar nossa bandeira Nosso passadoDe absurdos gloriosos Tudo que é gratuito e feio Tudo o que é normal Vamos cantar juntos O hino nacional A lágrima é verdadeira Vamos celebrar nossa saudade Comemorar a nossa solidão... Vamos festejar a inveja A intolerância A incompreensão Vamos festejar a violência E esquecer a nossa gente Que trabalhou honestamente A vida inteira E agora não tem mais Direito a nada... Vamos celebrar a aberração De toda a nossa falta De bom senso Nosso descaso por educação Vamos celebrar o horror De tudo isto Com festa, velório e caixão Tá tudo morto e enterrado agora Já que também podemos celebrar A estupidez de quem cantou Essa canção... Venha! Meu coração está com pressa Quando a esperança está dispersa Só a verdade me liberta Chega de maldade e ilusão Venha!O amor tem sempre a porta aberta E vem chegando a primavera Nosso futuro recomeça Venha! Que o que vem é Perfeição!...
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Música gaúcha e a Guerra dos Farrapos
Os Serranos Mercedita
Que dulce encanto tienen Tus recuerdos mercedita Aromada, florecida Amor mio de una vez La conoci en el campo Alla muy llejos una tarde Donde crecen los trigales Provincia de santa fé Y asi nació nuestro querer Con ilusion, con mucha fé Pero no se porque la flor Se marchitó y moriendo fué Y amandola con loco amor Asi llegue a comprender Lo que es querer, lo que es sufrir Porque le di mi corazon Como una queja errante En la campina va flotando El eco vago de mi canto Recordando aquel adios Pero apesar del tiempo Transcurrido es mercedita La leyenda que hoy palpita En mi nostalgica cancion Y asi nació nuestro querer Con ilusion, con mucha fé Pero no se porque la flor Se marchitó y moriendo fué Y amandola con loco amor Asi llegue a comprender Lo que es querer, lo que es sufrir Porque le di mi corazon
Contextualização com o apogeu da lavoura cafeeira no Brasil, entre 1870 e 1930
Grande sucesso da dupla Cascatinha & Inhana, "Flor do cafezal", que se constitui em uma excelente canção para se estabelecer uma releção de intertexto com a expansão da lavoura cafeeira no país.
Cascatinha & Inhana
Flor Do Cafezal
Música do álbum A Saudade É Demais - Vol. 3
Compositor: Luiz Carlos Paraná
Meu cafezal em flor!
Quanta flor, meu cafezal!
Meu cafezal em flor!
Quanta flor, meu cafezal!
Ai, menina, meu amor!
Minha flor do cafezal!
Ai, menina, meu amor!
Branca flor do cafezal!
Era a florada
Lindo véu de branca renda
Se estendeu sobre a fazenda
Qual um manto nupcial!
E de mãos dadas
Fomos juntos pela estrada
Toda branca e perfumada
Pela flor do cafezal.
Meu cafezal em flor...
Passa-se a noite
Vem o sol ardente e bruto
Morre a flor e nasce o fruto
No lugar de cada flor;
Passa-se o tempo
Em que a vida é todo encanto
Morre o amor e nasce o pranto
Fruto amargo de uma dor.
Meu cafezal em flor...
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Mais uma que abalou as estruturas, no final da chamada década perdida
Canção do grupo brasileiro Kongo, uma comparação entre a grande Babilônia da Antiguidade Oriental e as muitas babilônias brasileiras contemporâneas